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Resenha: Leo e as Caixas de Música - Ricardo Prado


 Eu não andava com muita vontade de escrever, mas resolvi fazer a resenha desse livro por ser nacional e ser difícil ser escritor no Brasil e tal. 
 Leo -assim mesmo, sem acento-  é um adolescente de uns 13, 14 anos que, revoltado por ter sido deixado no Brasil na casa de sua avó, enquanto os pais foram morar na República Tcheca, passa o dia ouvindo rock. Sua vó, a quem ele chama somente de Helena, pensa que precisa animá-lo de algum jeito e resolve mostrar a ele a coleção de discos de seu pai. O menino se encanta  pela coleção e começa a conhecer mais do rock, e ao mesmo tempo mais de seu pai. Diplomata de uma família de diplomatas, ele era muito sério, a ponto de dar gravatas de presente para o filho no aniversário de 10 anos, nunca imaginaria que ele era um roqueiro, que foi a shows de artistas muito importantes e até mesmo sonhara  em ser jornalista. Leo assim passou a se sentir mais próximo do pai. 
 Numa tentativa de juntar seu melhor amigo Felipe, com a garota que ele gosta, Alice, incentivados por Helena, eles começam a fazer encontros semanais em casa todo domingo para ouvir música e cada semana um grupo fica com determinada banda e tem o dever de contar a história dela. 
 O livro é bom para quem gosta de rock. Não é um dos meus estilos preferidos, mas eu achei interessante algumas coisas, especialmente quando falaram em Woodstock, chegou a ensinar até história nessa parte, porque o festival estava envolvido com todo o contexto político da época. O livro é infanto-juvenil, e realmente eu acho que poderia fazer uma criança se interessar pelas bandas que fala (mas, talvez pela parte de Woodstock mesmo, seja melhor não dar pra crianças muito novas). Eu achava estranho o jeito dos adolescentes na data em que o livro teria sido escrito, até que no final do livro eu soube que o livro se passa nos anos 80. Mas depois eu voltei e vi que logo no início, aparece. Eu que tinha esquecido.
 O livro traz vários trechos de letras de música bem escolhidas e um site para ouvi-las. Ele é escrito por um maestro, então ele sabe explicar muito bem os instrumentos e coisas do tipo.
 Portanto, eu gostei do livro, mas não pretendo ler de novo então estarei trocando ou vendendo (falar por marcelle_cnec@yahoo.com.br ou https://www.skoob.com.br/usuario/1049198-marcelle), mas recomendo de verdade para quem gosta do estilo e quer conhecer mais sobre bandas dos anos 60 e 70 e pra faixa-etária a partir de 10 anos. Se você quer que seu filho se interesse por leitura e pelas suas bandas preferidas ao mesmo tempo, pode ser uma boa pedida. Algumas bandas citadas: The Beatles, Led Zeppelin, The Who. A narrativa do autor é boa, e o livro é o primeiro da coleção Trilha: uma viagem musical, os outros falarão sobre outros artistas e estilos musicais. Leo e o Mistério da Revolução já foi lançado.

Minha Caixa de Correio #7


 Oi, gente! Eu pensei em começar o post pedindo desculpa pelo afastamento daqui, mas como das pessoas que sempre visitam o blog só duas leram o último post, provavelmente ninguém sentiu minha falta. Mas, caso alguém tenha sentido ou caso esteja conhecendo o blog agora e já queira mais posts, uma boa notícia pra vocês: como agora eu estou de férias e por enquanto não tô fazendo nada (em janeiro, eu começo auto-escola), eu voltei a assistir séries e também vou voltar a ler, então tenho bastante conteúdo pra falar aqui, fora os posts musicais que eu também vou continuar fazendo. E também tô planejando talvez começar um canal pra tags. Mas, falando do post de hoje, eu comprei tudo isso há muito tempo. Em setembro. Porque não tinha postado isso, além da preguiça, eu não sei. 

 Esse mangá eu comprei quando fui pagar a inscrição de um vestibular numa lotérica em um supermercado que também tem uma banca. Eu fui dar uma olhada e me interessei por ele. Outro dia eu fui lá de novo e vi um mangá que parecia ser o segundo volume desse, mas como eu não lembrava o nome não tinha certeza. Ainda não li.
 Finalmente eu lerei o livro que todos já leram e que tem um filme que todos já viram! Esse livro é o único do John Green que eu realmente tenho vontade de ler, então eu tinha que comprar. Já sei dos spoilers, mas espero que eu goste. Comprei numa promoção na Internet, não lembro em qual site. Tava umas coleções inteiras superbaratas também e eu ia levar A Mediadora, até ver que era a versão econômica e que é de péssima qualidade. Fiquei chateada e acho que vai ser difícil achar a coleção sem ser econômica pra comprar e num bom preço, mas enfim. Como vocês podem ver, o livro veio meio danificado, assim como o próximo.
  Aqui o dano foi um pouco menor, por isso tirei esse "close" da ponta do livro. Eu escolhi ele quando desisti de A Mediadora, o preço tava bom também e eu não sei porque, mas me interessei por esse livro desde sempre, mesmo muito antes de saber sobre o que era. E gostei depois de saber também. E então, o que acharam das minhas compras? Comentem aí. Beijos!

Conheça: Simone Battle e G.R.L.


Oi, gente! Na sexta retrasada, dia 5, aconteceu uma coisa triste. Simone Battle se suicidou por enforcamento. Eu lembro que o que me deixou mais chocada ainda foi descobrir que eu conhecia ela e não sabia que ela estava em um girl group agora, e também o fato de eu ter pensado dias antes sobre fazer um Conheça com ela, e que eu queria que ela lançasse mais coisas.
 Eu conheci ela com o único clipe de carreira solo, He Likes Boys, que foi postado na página do Facebook "Moça, seu namorado é gay" e tem tudo a ver com a página já que fala de um cara com vários estereótipos gays (a página não julga ninguém por isso, apenas brinca, e é legal ver as próprias namoradas marcando os namorados). Eu adorei a música e o clipe (tem até uma cena igual As Patricinhas de Beverly Hills <3). Ela participou do primeiro The X Factor americano em 2011 e chegou até o Top 17. Segundo o Wikipedia, ela teria lançado mais três singles em carreira solo, mas um deles eu nem consegui achar.
Bom, o G.R.L. na verdade começou pra ser uma segunda formação das Pussycat Dolls depois que o grupo acabou, tanto que entre as integrantes estão Lauren Bennett, que era de um grupo spin-off de PCD chamado Paradiso Girls (sim, grupos têm spin-offs!) e Paula van Oppen, que era das Pussycat Dolls quando ainda era um show burlesco e não um girl group. A Simone entrou na nova formação em 2012, mas ela nem chegou a estrear e em 2013 mudaram o nome e lançaram o primeiro single. É claro que existem muitas comparações com as Pussycat Dolls (se até grupos que não têm nada a ver são comparados com elas), e eu acho as músicas delas mais legais, mas fala sério, elas não eram um grupo direito, tava mais pra "Nicole e suas backing vocals" e nisso eu acho o G.R.L. melhor por ser realmente um grupo e todas cantarem. Enfim,eu já tinha ouvido duas músicas delas, mas realmente nem tinha gostado muito a ponto de me importar, e não fazia ideia de que a Simone tava nele. E depois de assistir os clipes eu percebi que eu não reconheceria ela mesmo. Aí, eu fui dar mais atenção quando soube. Que, infelizmente, foi só depois da morte. Uma coisa que eu adoro nelas é que são todas muito diferentes e de estilos diferentes, não como os grupos que parecem uniformizados e às vezes até as meninas são todas iguais. Já falei demais, ouçam as músicas ou assistam os clipes. R.I.P. Simone.

Eu não gosto desses estereótipos de que quem gosta de tal coisa é gay, mas amo essa música.

Por coincidência, a primeira música que ela se apresentou no X Factor era das Pussycat Dolls.

Adoro esse clipe, a música nem tanto. Essa música foi trilha sonora do filme Smurfs 2. A Simone tá muito linda e a prova de que mantiveram o estilo delas é que ela tá com um short quase igual o que ela usou na apresentação do X Factor. Amei as roupas delas, elas pra ficar em casa se vestem melhor que eu pra sair kk

Também amo esse clipe. O mais legal é que isso delas serem presas foi uma ótima oportunidade pra gente conhecer cada uma porque saber o nome de cada integrante é muito chato. Esse é o maior sucesso delas até agora.
  Minha música preferida delas.

A música que eu mais gosto depois de Rewind. As duas são as melhores do EP, elas que deviam ter sido singles :( Não sei se o grupo vai continuar, mas espero que sim e as lance. Achei essa apresentação legal.

Elas também fizeram participação nessa música do Pitbull. Foi a única que entrou nas paradas americanas, e entrou em mais paradas que Ugly Heart, mas nos países que entraram as duas, Ugly Heart fez mais sucesso, tirando UK.

Review de Álbum: My Everything - Ariana Grande

 Eu conheci a Ariana com Put Your Hearts Up. Eu sou meio reticente com cantores teen, então eu tento não gostar deles por um tempo, mas não adianta rs. Bom, aí o meu amigo Guilherme fez uma crítica do Yours Truly no blog dele e eu fiquei com vontade de ouvir. Ouvi os singles, gostei de todos, aí comecei a baixar, e eu sou uma velha que ainda baixa pelo Ares então eu fui olhando o nome das faixas e baixando as que apareciam lá, e também baixei vários covers, alguns de músicas que eu nem conhecia. Gostei de todas as músicas do álbum e de todos os covers também, e algumas músicas dela mas sem álbum. Então, claro, tava bem ansiosa pro novo álbum dela. E ele não me decepcionou. Ouça o álbum aqui enquanto lê o post.
Intro - A única cantora que eu conheço que faz "intros" é a Christina Aguilera, então eu fiquei megaansiosa quando vi essa música na tracklist! E achei que cumpriu superbem sua função. É bonita (esse meio que coro remete a algumas músicas antigas dela) e o título já diz tudo "Eu te dei/darei tudo que eu tenho, e nada menos, eu prometo" pra dizer que ela deu tudo de si nesse álbum, e também vem a calhar com o título do álbum que é "Meu Tudo", e vai combinar ainda mais junto com a faixa-título.
Problem (feat. Iggy Azalea) - Uma coisa que me deixou ainda mais ansiosa pra esse álbum foi a capa desse single, que eu acho muito linda, e que já mostrou que a Ariana ia chegar mais sensual (mesmo que tenha falhado um pouco) e esse ensaio que eu também achei lindo, e já mostrava o conceito visual que a Ari ia adotar pra Problem, tanto nos lives quanto no clipe, que tem por exemplo a moto e na verdade não é mesmo muito diferente dos lives. Essa inspiração da Ari foi nos anos 60, por isso essa obsessão por preto e branco, e também aquela parte psicodélica no clipe. Falando da música, eu amei! O ritmo é muito bom, tem aquele sax básico que consegue deixar qualquer música boa, os sussurros do Big Sean que, vou confessar, acho a melhor parte da música, ele devia ter sido creditado, a parte da Iggy que não é descartável como 90% das participações de rappers (coisa que Ari já mostrou no Yours Truly com seus únicos dois featurings). Inclusive, amei o "sample" de 99 Problems do Jay-Z na parte dela. E a música ainda gruda. Baixei ela assim que ouvi e coloquei até como toque de celular rs e continua até hoje. E depois de ouvir o álbum inteiro, concluo que foi uma escolha perfeita pra primeiro single porque mostrou a transição do estilo musical (que teria sido meio que um choque já começar com Break Free ou outras que eu falarei) E visual dela. E porque tem mesmo tudo que um bom hit pop precisa, é a música com maior potencial pra hit, e é/foi um smash hit! Só não me conformo de não ter chegado em 1º na Billboard.
One Last Time - Um dance não farofa pra quem é chato haha. Esse site falou que lembra Euphoria da Loreen, que por sinal eu fui ouvir por isso e amei, agradeço muito ele! Até lembra, mas acho normal nesse tipo de música, na verdade a música me lembrou mesmo foi Glowing da Nikki Williams, principalmente o comecinho das duas. A música é bem bonitinha e a letra também, mas só isso. Não acho que merecia ter virado single promocional. Mas pelo menos single promocional raramente tem clipe, mas ainda acho que não tem como o CD ter todas as outras melhores que essa como single, seja promocional ou oficial.
Why Try - Produzida e composta pelo Ryan Tedder, do One Republic. A música fala sobre um relacionamento bem complicado, daí a contradição entre anjos e demônios que ela fala muito. É bonita, eu gosto do refrão com o "whyyyyyy do I tryyyy", mas gosto mais do "na na na na".
Break Free (feat. Zedd) - Esse segundo single despertou a ira dos fãs por ser uma EDM básica, que logo é classificada como "farofa". Já eu amo músicas assim e amei a música de cara igual com Problem. Eu adoro o Zedd e gostei de saber que ia ter uma parceria dos dois, ainda mais por ele ter produzido -e muito bem- Problem, e a música não me decepcionou nem um pouco. Eu não tinha reparado que tem um erro na letra "I really are" até ver uma notícia de que a Ariana teria brigado com o Max Martin porque não queria cantar errado, mas não teve jeito. Eu adoro a letra por ser bem fácil de decorar e cantar. Mas mesmo gostando dela, analisando igual Problem, acho que não precisava ter sido single, pelo menos não tão cedo. Ela cumpriu seu papel de fazer sucesso, mas não sei se é tão boa, tanto pro meu gosto quanto pra ganhar um Grammy por exemplo (Sim, eu espero um Grammy pra Ariana desde o ano passado!)Não achei o clipe tão ruim como todo mundo, concordo que a tentativa dela de sensualizar em algumas cenas não deu certo, e não gostei muito dela soltando foguetes pelo peito, mas de resto gostei, pelo menos é melhor que Problem. A inspiração desse clipe foi o filme Barbarella, e outros de ficção científica que ela adora.
Best Mistake (feat. Big Sean) - A terceira música lançada, mesmo nem tendo sido confirmada como single. Muito bonita essa música, começa com um piano lindo e a batida que vem depois é muito boa também, principalmente na parte final do "You're, you're, you're". Não gosto muito da parte do Big Sean. Minha parte preferida é a segunda estrofe que começa com "Break up, make up", ela inteira é muito boa! Acho a letra boa.
Be My Baby (feat. Cashmere Cat) - Saiu uma notícia que esse poderia ser o terceiro single porque o Cashmere Cat comentou um negócio no twitter, e muita gente disse "Um single sem feat por favor", mas gente, qual o problema? Ele é só um DJ, ele nem canta. Só se for porque vocês não querem que fiquem enchendo o saco falando que ela fez muito featuring, o que aliás já fazem, logo nem faz diferença ser ou não. E a música é muito boa. Não se assustem por ser um DJ, ela não é como Break Free, nem é eletrônica na verdade, é R&B. É bem sexy e o refrão bem viciante. Antes de sair a música original, o Cashmere tocou um remix dela num show e pessoas que estavam lá postaram uns trechos, aí muita gente se surpreendeu quando veio a versão do álbum. Só quando ele lançou o remix que a gente descobriu. Ouça o remix aqui. Eu não sei de qual eu gosto mais, eu adoro os dois. O remix traz uns elementos de  trap, que é a mistura de rap e eletrônica.
Break Your Heart Right Back (feat. Childish Gambino) - Essa música era pra ser sobre uma traição comum, que teria ocorrido com ela, mas a Ariana disse que quis que fosse uma traição com um homem pra ficar mais divertido porque ela acharia melhor ser traída com um cara do que com uma garota kk. A música tem um sample muito lindo de I'm Coming Out da Diana Ross, que eu amo! E também de Mo Money Mo Problems do Notorious B.I.G que já tem sample de I'm Coming Out. (Então na verdade acho que dá pra dizer que só tem sample dessa, né?) Eu ouvi quando vi isso, e é boa também. O sample ficou engraçado porque depois da parte original da música ela diz "he's coming" pra dizer que ele está saindo do armário. O Childish faz o papel do amigo que conta da traição pra ela e ainda diz que sabe como ela pode se vingar e diz meio baixo pra ela fazer isso com ele. Amei essa música. Ah, eu achei que ela ganhou uma boa coreografia e que a Ariana tá dançando melhor, e dessa vez eu achei que ela conseguiu sim ser sensual. Obs: é a quarta música seguida que começa com B!
Love Me Harder (with The Weeknd) - Música linda. Eu amei a voz do The Weeknd, acho que vou ouvir coisas dele depois, e ela combinou muito bem com a da Ariana. É a melhor do álbum pra muita gente. É super bem produzida, e a letra é muito bonita. Das músicas românticas e mais lentas é a minha preferida.
Just a Little Bit of Your Heart - Música composta pelo Harry Stiles, do One Direction. A letra é bonita, mas é bem curta, o refrão repete muito. Tem piano, violinos e violoncelo. Gostei mais do que das baladas do Yours Truly(Tattooed Heart e Almost Is Never Enough), mas não queria como single, não acho melhor que as mais animadas.
Hands on Me (feat. A$AP Ferg) - Minha preferida! Tão sexy, tão adulta. Eu adoro esse ritmo oriental, não sei exatamente de onde. Quando eu ouvi pela primeira vez pensei que se tivesse clipe, seria o Dirrty da Ariana. Mas bem mais leve, claro, só no sentido de ser tipo um divisor de águas, principalmente depois que eu vi a coreografia e realmente não é muito exagerada, esperava mais, enquanto a de Break Your Heart Right Back ganhou até mais do que precisava. (Aqui a apresentação da qual eu tô falando) Eu queria muito que desse pra ela mudar o cabelo pra fazer o clipe, porque com esse não dá, bem que esse cabelo podia ficar bom logo D: (ele estragou de tanto ela tingir de vermelho) A parte do A$AP ornou bem com a música porque é a cara desse tipo de música, e o melhor é que ele não falou palavrão nem foi mais sexual que o necessário como os rappers sempre fazem nesse tipo de música (Talk Dirty, Dont'Cha, Numb/Encore mesmo sendo rock, E.T. ...). It's your birthday, every day with me, and my maker hard rock ASAP ♪♫ Eu acho que depois de Problem é a música com mais cara de hit, mas não sei se pra Ariana funcionaria, porque ela ainda tem essa imagem bem inocente e tenta se desvencilhar disso, mas não consegue. Foi bem como eu li, acho que não seria single porque ela não saberia sensualizar o bastante.
My Everything - Boa escolha pra encerrar a versão standard do álbum, já que é a faixa-título e nos leva de volta à Intro como eu disse pra vocês. Ela disse que tinha dado tudo que tinha e agora ela diz que o ex-namorado era esse "tudo", e ela só percebeu depois que o perdeu. Aquela coisa de não dar valor até perder. É a letra mais bonita do álbum. Gostei mais dessa balada que de Just a Little Bit of Your Heart. Muita gente falou que o nome do CD devia ser My Featuring kk mas é que essa música foi feita bem antes das parcerias e é muito especial pra ela então ela quis que o álbum tivesse esse nome. Ao vivo tem violinos e violoncelo igual Just a Little Bit of Your Heart, mas na versão do álbum não ficam muito em evidência, aparece mais o piano mesmo. Também tem uma versão só com a voz dela.
Bang Bang (with Jessie J, Nicki Minaj) - Essa música foi tão subestimada. Talvez um dos motivos seja porque ela não é uma música pop. É Soul, e o refrão até lembra música gospel, até parece saída de uma jukebox antiga. Isso pelo menos até a parte da Nicki Minaj porque nesse tempo esse tipo de música não tinha rappers né. Por isso eu achei que a parte dela não combinou, e eu não gosto muito dela, mas gostei da parte "B to the A to the N to the G" que lembra Fergielicious <3. A voz da Ariana e da Jessie J combinam e essa música é bem o estilo dela, exceto a letra, que aliás eu admito que queria um clipe meio mais a ver com a letra porque seria engraçado vê-la fazendo isso e.e mas achei ela linda no clipe, óculos de coração igual Lolita ♥. Adorei a apresentação do VMA, primeira vez que eu vejo dois artistas apresentarem suas músicas solos e depois cantarem juntos a parceria com um terceiro.
Only 1 - Um R&B muito bom, letra muito fofa, a que eu mais gostei junto com My Everything, depois de You Don't Know Me. Adoro o começo "I want you, I want you".
You Don't Know Me - Outro R&B fofo. Na verdade essa é minha letra preferida do álbum contando os bônus, ela fala que o namorado não pode controlar ela, que ela não vive sob as regras dele e tal, tão girl power/feminista ♥. Acho essas duas melhores que algumas da versão normal.
Baby I (feat. Taro Hakase) [Japan Bonus Track] - Baby I é uma música do Yours Truly que ganhou essa versão na versão bônus desse apenas no Japão. Eu esperava alguém cantando em japonês, mas o Taro é violinista. Ele até tocou em To Love You More da Celine Dion. Amei essa versão, achei muito boa, talvez até melhor que a original porque ficou bem diferente, e ele toca bem.
Problem (feat. Iggy Azalea & J Balvin) [Spanglish Version][Latin Bonus Track] - Eu nem ia comentar sobre essa música porque não gostei, mas como tá no link que eu pus pra vocês, vou falar. A única parte boa desse J Balvin é o sussurro depois do sussurro do Big Sean, e pra que ele fica repetindo "la familia"? '-' Eu não queria essa música se comprasse a versão deluxe.
Too Close e Cadillac Song são duas faixas que não são bônus de nenhum país, são vendidas somente numa edição do My Everything da loja Target, a mesma que patrocinou o clipe de Bang Bang.  


Too Close é uma delícia, segue o mesmo estilo de Only 1 e You Don't Know Me, fofa e R&B. Também repete um "I want you" e também é melhor que algumas normais (me refiro às baladas, falo logo, apesar de todo disco precisar delas). Inclusive, ela é a melhor entre as três, podia ter ela como bônus. Tem uns estalos de dedos legais que lembram o Yours Truly.

Cadillac Song - Eu achava que ela ia ser meio safada porque tipo "booty like a Cadillac" e tal, mas na verdade é provavelmente a mais bonitinha das que tem batida e a com uma das letras mais inocentes pra falar a verdade. Também diz "I want you" e também poderia estar no álbum.
 Quando saiu a tracklist do My Everything eu fiquei com medo daquele monte de featurings tipo a A.K.A. (que eu já resenhei aqui), mas ela conseguiu trazer parcerias que somassem e não subtraíssem, diferente da J.Lo. Eu tô superorgulhosa da Ariana estar com três músicas no Top 10 da Billboard ao mesmo tempo e ainda várias outras no Top 100 e pelo My Everything ter sido 1º lugar em 80 países. Eu realmente gostei muito do álbum, e de todas as músicas (tirando essa versão de Problem). Infelizmente com esse sucesso de público, por ser mais comercial, veio o "fracasso" de crítica. O Metacritic (site que eu nem me importo ou concordo, mas enfim) deu uma nota bem abaixo que a do Yours Truly, que também tem lá sua eletrônica com Better Left Unsaid mesmo sendo mais criativa. Assim, o álbum tá sim mais comercial, mas não acho que tenha perdido a essência dela, ela simplesmente tentou algumas coisas novas e por isso ele é até mais maduro em alguns aspectos. Bom, é isso, digam aí qual a música preferida de vocês, e podem dizer o que vocês acham que eu poderia falar pra melhorar os reviews porque eu sei que às vezes eu não sei o que falar sobre as músicas. E mais uma coisa: vocês acham bom mudar "Review de Álbum" que nem nome de coluna é direito pra "Faixa a Faixa"? Eu tive essa ideia com esse site que chama disso, então também não é muito original. Se tiverem outra sugestão de nome também. Beijos!

Minha Caixa de Correio #6

 Oi, gente! Finalmente voltei com essa coluna e dessa vez não demorei por preguiça, mas porque eu realmente não estava comprando livros. Resisti a todas as promoções da Submarino ou de editoras, só participei das promoções de graça mesmo. E mesmo quando eu fui no shopping, eu nem ia na livraria, mas não adiantou, a livraria veio até mim, bem perto da loja que eu ia tava tendo uma feira aberta de livros, com livros em promoção! Não tinha como eu não dar uma olhada, e aí acabei comprando. Mas não me senti culpada porque foram dois livros que eu acabaria comprando mesmo, então muito melhor comprar na promoção! 

 Deixei com o preço pra vocês verem mesmo. Bom, A Menina que Brincava com Fogo é o segundo livro da trilogia Milleinium. Eu já tenho o primeiro e ainda não li, mas como eu acho que vou gostar e tava bem barato (acho que esses livros costumam ser caros) eu comprei. E eu adoro os dois filmes da Bridget Jones, nunca li os liros, mas sou louca pra ler. As versões pockets deles sempre tão baratas nessa livraria, mas nunca comprei porque a capa do primeiro tem bebida e camisinha e eu não queria ouvir reclamação dos meus pais ¬¬' Mesmo motivo que eu não comprei o DVD de Todas Contra John uma vez que tava tipo 12, 90 na Americanas, aff. E de não ter comprado nem podido locar Christiane F. (nesse caso, pelo nome, né), enfim, vocês entenderam. Eu sei que é idiota, mas... E, bom, só esse que tava em promoção e a capa é normal então eu comprei. Não vou colocar a sinopse de Louca pelo Garoto porque é um baita spoiler (eu não recomendaria você lê-la antes dos outros livros, se bem que esse spoiler é de algo desse livro em si, então pra qualquer um que não o tenha lido), e a de A Menina que Brincava com Fogo é muito grande, vejam aqui no Skoob.

 E esse livro eu ganhei numa promoção no blog Confissões Femininas, foi lá mesmo que eu li a resenha e fiquei louca pra ler, aliás eu tenho vontade de ler todos os livros da Sarah. Eu já tinha ganhado uma promoção lá e ela tinha me mandado uns bilhetinhos fofos que eu mostrei pra vocês aqui, mas dessa vez quem mandou foi a própria editora, então não teve isso. Esse livro é todo lindo.

"Aos 17 anos, a vida de Devi está de pernas pro ar. Depois de começar a namorar Bryan, negligenciou as amigas, os estudos e, depois que ele terminou com ela, está sem nada: sem perspectiva de uma boa faculdade, sem mais amigas, sem namorado. Se ela pudesse bater um papo com a Devi do passado... O que, após um incidente estranho com seu celular, é exatamente o que pode fazer! Agora que só consegue ligar para a Devi de 14 anos, parece que é finalmente a sua chance de consertar a própria vida. Ela tem o passado – ou melhor, o futuro – nas mãos. É só dar um telefonema." 
Tenho muita vontade de ler Shine ou Bliss da Lauren Myracle!
 E é isso. Já leram algum desses livros? Me adicionem no Skoob, tô trocando Melancia (resenha aqui) e Não Posso me Apaixonar lá, se alguém quiser deixa algum dado nos comentários também pra eu entrar em contato. Beijos!

Skins: Terceira Geração

 Aqui estou pra falar mais uma vez da minha série preferida pra vocês. Se quiserem saber mais sobre a série cliquem aqui e aqui porque enrolei muito nos outros posts e hoje vou falar só sobre a terceira geração mesmo (e compará-la, claro).
 A 3ª geração teve baixa audiência e é por isso que Skins foi cancelada, e é a menos querida pelo público. Por quê? Acho que o principal motivo é não ter relação com nenhuma das anteriores (leia-se não tem Effy). Acontece que a maior parte dos fãs de Skins é baba ovo da Effy, ou pelo menos do Tony, ou seja dos Stonem. Só encontrei duas pessoas nesse mundo que não gostam de nenhum dos dois (encontrar é modo de dizer, um comentou isso numa página e outro curtiu meu comentário). A pessoa que comentou, inclusive, disse que a terceira geração é a preferida dela por não ter Stonems, que foderam com as anteriores. E ele tá certo e inclusive isso era uma coisa que me deixava bem animada em começar essa geração, mas mesmo assim a 3ª não virou minha preferida e vou falar o porquê. Eu não tô só sendo implicante por não gostar da Effy, eu realmente já vi gente dizer "Skins não é Skins sem Effy", "Geração boa é geração com Effy". Nada contra quem gosta dela, mas tem gente que sabe ser chata. Até minha amiga que tem a Effy como personagem preferida concorda.
 "Mas Marcelle, só isso? Esse é o único motivo?" Bom, o segundo motivo que talvez seja o mais importante pra muita gente, é o fato dessa geração ser mais "leve" que as outras. Eu mesma li isso antes de começar a ver e comentei no post sobre a segunda geração, mas não concordo e não entendo porque acham que foi tão leve assim. A 3ª geração teve a segunda cena de sexo mais explícita de Skins, no 5x5 Nick, só perde pra do Tony na segunda temporada. Além disso, como eu disse no outro post, na 1ª geração eles só fumavam maconha e tomavam pílulas (e só alguns tomavam, ainda por cima) enquanto na 3ª eles usam cocaína quase toda hora. Então por que a 1ª é mais pesada? O que importa é ter droga o episódio inteiro, não importando se são bem mais leves que as da 3ª geração? Eu não concordo. E tipo, o episódio da Liv foi o ápice chapado de toda a série, vou explicar isso um pouco quando falar da personagem. 
 Vocês já devem saber pelos meus posts que eu sou muito do contra, né? Então como a maioria odiava essa geração eu achava que ia amar. E gostei, mas minha preferida continua sendo a 1ª, e depois vem a 2ª. Skins realmente começou diferente nessa geração, mas não por ter menos drogas e sexo (ok, até o 2º episódio até que sim, mas no terceiro já tem sexo e aliás também não teve sexo tão no começo da 1ª geração, só na 2ª que, vamos falar a verdade, foi bem apelativa), mas por ter personagens que à primeira vista pareciam clichês e por lembrar séries adolescentes muito comuns. No 1º episódio da segunda geração alguns compararam à Malhação por causa do skate, primeiro dia de aula e tal (acho essas comparações entre as duas RIDÍCULAS mesmo gostando de Malhação, mas ok), realmente foi um começo clichê como muitas séries teen fazem, mas o estilo Skins já deixou tudo muito diferente. E nessa geração, nem tanto. No começo essa geração tava me lembrando muito Gossip Girl, sério. A Mini como uma Blair: a mais popular, bitch, julgando as pessoas pelas roupas que elas vestem (isso foi a coisa que mais me irritou, nem a Effy era escrota assim, a Panda usava aquelas roupas estranhas e ela continuava amiga dela). Eu não gostava da Blair no começo (todo fandom de GG me mata agora) e não gostava da Mini também. O Nick como um Nate: namorado da Mini, jogador, bonito e popular também, que transa e se apaixona pela melhor amiga de sua namorada, que seria a Liv (Serena), que por sua vez está apaixonada por outro, Matty (Dan). Mini bulímica assim como a Blair (e nos dois casos mal tocaram no assunto), e com medo de perder a virgindade, porque ela também não ama o Nick. Nick pressionando Mini. Aí Mini transa com Nick, mesmo sabendo da traição e mesmo sem nenhum amar o outro (só que no caso da Blair não foi a 1ª vez). Eu amo GG e já foi minha série preferida, antes de conhecer essa perfeição em forma de série, mas em Skins não tem nada a ver porque eu pelo menos amo por ser a série teen menos clichê e fútil que eu conheço. Eu adoro os personagens complexos e amo não ter panelinha nenhuma, os grupos de amigos de Skins tem todo tipo: a bitch, o nerd, o chato, etc. e mesmo assim eles não são estereotipados. A gente começa a série com pensamentos tipo os da imagem abaixo e acaba vendo que os personagens são bem mais que isso.
adoro a rima meanie Mini  kk
 Aliás, fazem várias imagens parecidas de Skins e são raras as que todos concordam com tudo. Nessa, por exemplo, muita gente achou que o "bitch" deveria estar na Effy e não na Michelle. E o que aconteceu foi que nessa geração os personagens começaram mais estereotipados que nunca (eu li num review que avançaram muito em construção de personagem e só penso: really?) . Tiveram losers nas outras gerações, mas nenhum deles sofreu bullying, fala sério o Sid era o melhor amigo do "mais foda". Enquanto essa já começa com a garota sendo zoada só por ser aluna nova e estranha. Sempre que eu lia sobre esses personagens eu não tinha a menor vontade de assistir. Tipo, um metaleiro, sério? A garota vaca popular? Um caipira? Mas isso é Skins, e como antes, nós vemos que não é bem assim. Sabe o mais engraçado? Eu descobri nesse mesmo review que o roteiro do primeiro episódio é praticamente o mesmo do primeiro de 90210, uma série adolescente bem clichê. E eu ainda tenho que ler que a segunda geração que é puta clichê ¬¬. Sinceramente, viu.
 Apesar do que eu falei sobre essa geração ser a mais renegada, também tem muitos que acham ela a melhor, e mais ainda que preferem ela à segunda. Mas a maioria critica a 2ª geração pelo triângulo amoroso, sendo que a 3º também tem. E pior ainda porque os personagens envolvidos nele nem carisma tem, e não dá vontade de torcer por nenhum dos dois, e também por eles serem IRMÃOS!! Sério que vocês acham que um triângulo amoroso com dois amigos é pior? E não foi só uma vez, por sinal, e os triângulos ainda envolveram outras pessoas. Acontece que isso durava às vezes só um episódio, bem menos enfoque do que na segunda (que eu não acho que tenham focado tanto quanto todo mundo reclama, só na terceira temporada). Ainda tem o triste problema que por causa da audiência (bando de pirralho metido a maconheiro) na 6ª temporada eles extrapolam tudo que não tinham extrapolado antes. É triste porque tá muito na cara a mudança, algumas coisas mudaram drasticamente, como a Franky, que quiseram tornar uma Effy. Todos os acontecimentos do 1º episódio giram em torno de droga, ficou bem forçado. Esse review aqui diz tudo que eu penso sobre o 1º episódio, exceto as ressalvas que eu fiz num comentário. (não preciso nem dizer que vai ter spoilers, né?) Outra coisa forçada que teve, mas a partir da 5ª temporada, foram uns beijos lésbicos sem muito sentido. Não sei se queriam repetir o sucesso de Naomily, acho que não já que nenhum chegou a virar casal, por isso que eu acho mais forçado ainda, parece beijo lésbico em American Pie, a única utilidade que tem é deixar os homens excitados. Tanto os da série, quanto fora. E ainda teve um beijo gay mais sem pé nem cabeça ainda. Outro defeito dessa geração foram os problemas dos personagens, na 1ª e 2ª a gente tinha personagens com problemas muito sérios, e nessa alguns problemas são bobos demais, tipo os do Nick. E o da Liv é até um dos piores, mas perto dos do Chris e do Cook (tô comparando por ela ter ocupado o lugar de vida loka deles nessa geração) não são nada.
  Mas não vamos só criticar, né? A terceira geração teve o final mais fechado de todas, bem diferente daquela caquinha que foi o da 2ª que só dá pra se saber o final de 4 personagens. O final com o Rich dizendo "Bye" deu vontade de chorar, cara. Não só por ser o fim da geração, mas por ser o fim de Skins, o fim de uma "vida". Pra mim é a melhor cena final de geração, seria a da 1ª se não fosse a Effy aparecer na cama do Tony e estragar uma cena perfeita ¬¬'.
 Agora, vamos ver os personagens?
 


 Franky- a principal dessa geração. Muitos discordam disso, e é fato que muitos personagens marcaram mais que ela, mas ela é a protagonista na minha visão porque é a única que apareceu em quase todos os episódios, e com um destaque em grande parte deles. Mas, ela é aquele tipo de protagonista que ninguém gosta, vide Elena de TVD e vide as minhas preferidas das séries :( não vejo TVD mas sempre gosto das protagonistas odiadas e não gosto das amadas (hi, Effy) que acho que se eu visse gostaria dela também. É a protagonista mais odiada de todas as gerações. Eu nem ligava quando diziam isso, pois já tinham odiado os anteriores mesmo (eu até gosto do Tony na 2ª temporada, mas ele ficou mais marcado pra mim como o FDP da 1ª por isso falo tanto isso), um a mais, um a menos, que diferença faz? E advinhem? Essa foi a primeira protagonista que eu gostei desde o começo. (vou a um psiquiatra ver qual é o meu problema) No caso da Franky foi o contrário e todo mundo passa a odiá-la na 6ª temporada, mas eu não chego a isso, mesmo achando que ela piorou mesmo. Só no primeiro episódio, porque ela tava uma chata por motivo algum. Ela começa como uma personagem andrógena, alternativa e virou uma crazy bitch like Effy. Ela é adotada, e filha de pais gays que são muito fofos <3 Será que tem pais gays ruins na ficção? Só vejo fofos. Eu gostei dela desde o começo, e pode parecer estranho, mas me identifiquei com ela. Na minha cabeça eu adoraria ser vaidosa, e uma "Barbie bulímica" como ela chama a Mini, mas eu tô muito mais pra Franky, infelizmente e.e Mas me deu dó dela queimando aquele vestido lindo. Eu acho ela bonita mesmo no começo e não acho as roupas dela tão ruins quanto todo mundo, eu não usaria, mas nela fica bom e adoro a blusa com lacinho aí de cima e tenho até uma parecida. Na 6ª ela deixa crescer o cabelo, e também muda muito a personalidade. Ela e Mini merecem o prêmio de "garotas que viraram ninfomaníacas em menos tempo". Tem um episódio dela que é: sexo-sexo-sexo-discussão-ficando louca-sexo. Mas não acho ela puta como muitas pessoas, não só porque pra mim não existe "vadias" (julgo só pelo caráter), mas também porque mesmo que existissem eu não acho 3 um número muito grande '-'. Mas algumas atitudes de vadia, isso ela teve sim, mas não por ter transado. Achei bem sem-noção tentarem fazer dela uma Effy, talvez se tivessem tentado com a Mini ou a Liv teria dado mais certo, a Franky era a que menos se encaixava, mas ainda prefiro ela e os dramas dela. As pessoas não entendem de onde ela tirou aquelas crises existenciais, mas cara, ela tinha bem mais problemas que a Effy. Ainda tem a questão da sexualidade dela que ficou em aberto por um bom tempo. Ela disse que não é bi, simplesmente gosta de pessoas independente do sexo. Curiosidade: ela é interpretada pela Dakota Blue Richards, a menina de A Bússola de Ouro e assim como o Nicholas Hoult é meio chocante vê-la nesse papel kk, mas eu só penso nisso depois, porque os dois são ótimos atores e nem consigo lembrar enquanto tô assistindo. Sem falar que ela tá bem diferente né kk
reparem na cara de chateada da Mini kkkk

muito verdade huahauahau mas a Mini tinha motivos q












 Mini- como eu falei eu não gostava muito dela no começo, porque odeio pessoas que julgam as outras pela aparência, mas ela fica bem legal e começo a gostar dela. É muito fofo ela cuidando da Franky e foi por isso que pela primeira vez eu shippei duas pessoas que não formam um casal de verdade: as duas. E olhem que eu nem sou dessas que amam casal lésbico, mas eu queria muito que elas tivessem ficado juntas. Acho melhor que todos os casais que elas tiveram. Ela parece uma mistura de Cassie com Michelle: Michelle por ser a mais popular, a gata, bitch etc. e porque a história delas é basicamente a mesma. As mães das duas vivem trocando de namorado e não dão muita atenção às filhas e os pais são ausentes. E elas têm medo de terminar como elas, e são inseguras, além de se preocuparem demais em estar sempre lindas. E Cassie por causa do distúrbio alimentar, apenas. Eu achei que foi bem mal-trabalhada a bulimia da Mini. Só mostra no episódio dela e nem chega a ficar explícito. Acho que só o que me deu certeza mesmo foi a frase "Garotas boas não engolem" porque tem uma hora que vomita, mas pra mim foi por causa da bebida porque não foi provocado. Tanto no caso dela quanto no da Cassie acho que deviam ter mostrado elas se tratando e tal, Skins é assim, sempre mostra os problemas, nunca as soluções. Eu acharia isso bem mais interessante que só sexo e drogas, além de uns plots bem nada a ver que eles criam. Como eu disse, a Blair também tinha bulimia, e ela foi outra que a bulimia só foi falada em um episódio e fim. NUNCA mostrou ela se tratando, e mesmo assim ela se curou. Acho muito errado. Eu ainda tenho dúvidas se a Cassie continuou anoréxica ou não. Assim, a Mini é uma personagem bem típica pra ter distúrbio alimentar, a Cassie pra mim sempre foi bem diferente nesse quesito. Especialmente porque ela não come não é pra ficar bonita (só 3 dias pra ficar lovely rs), mas pra conseguir atenção e não se sentir tão sozinha. Eu acho a Mini uma boa personagem que cresceu bastante na série, bem mais que a Michelle e a Katie, personagens do mesmo estilo das outras gerações. Mas sempre vou lamentar por não haver Minky, e mesmo gostando do casal que ela vai formar eu acho que tudo aconteceu rápido demais e meio sem sentido, em um episódio tava a fim da Franky e no outro já tinha esquecido .-.  E a Freya é uma das mais lindas de Skins, pessoal vive brigando entre ela e a Kaya.
mas ela vai kkkk











 Rich- meu principal pré-conceito com a terceira geração era por ele. Eu detesto gente que acha que rock é o único estilo musical que presta, imagina um metaleiro então que acha que metal é o único estilo que presta? Aliás, eu acho chato isso com todos os estilos, porque eu sou eclética, e ainda por cima acho metal é uma das únicas coisas que eu não gosto. E ele começou mesmo um metaleiro muito chato, quando ele diz "Agora, ISSO é música" mostra bem o quanto ele não aceita nenhum outro estilo. Ele falando "Eu não me comprometo. Eu sou metal" ou citando o vocalista da Napalm Death lá como exemplo também era um porre. E ele é do tipo que acha isso uma característica essencial em uma pessoa com quem você se relacione romanticamente, o que eu também não concordo muito porque acho que é só a gente respeitar, porque você vai perder muitas oportunidades se quiser alguém igual a você. Tanto é que ele vai se apaixonar por uma garota "oposta" a ele. Mas eu até acho legal ele não querer transar com qualquer uma, e vamos falar a verdade que apesar de gatas aquelas meninas que expulsaram ele da festa por tocar Slayer eram umas idiotas. Mas o que realmente me fez gostar dele foi o namoro dele com a Grace *-*. Eles são o casal mais lindo da série, sério. Na primeira vez que eu escrevi esse post eu tinha dito "não sei se são meus preferidos porque tem outros casais com personagens que eu amo mais, mas o amor deles é lindo e um dos poucos que não teve traição.", mas agora eu acho que são o melhor casal mesmo porque o amor do meu segundo casal preferido não fez muito bem, e o amor deles só fez bem pros dois. Ele é fofo demais com ela, que tipo de namorado recita Shakespeare? ♡ E é até estranho considerado que ele é metaleiro, né? E é isso que eu tava falando sobre os personagens de Skins, ele começou superclichê, mas depois não é o que você espera. Eu tenho um amigo que gosta muito de punk aí um dia eu disse pra ele que ele era o único punk fofo que eu conhecia k, eu digo o mesmo pro Rich. Aliás, ele é o mais fofo de toda a série, junto com o Freddie. Ah sim, ele foi de metal pra indie. Não no estilo musical, mas ele cortou o cabelo e ficou muito parecido com os vocalistas do Arctic Monkeys e dos Strokes, e talvez até um pouco com o Jake Bugg. E bom, eu só acho ele bonito de cabelo curto, mas pra minhas surpresa parece que a maioria das pessoas prefere ele de cabelo comprido. O corte foi uma sacanagem do amigo dele porque ele achou que a Grace fosse gostar, mas não, ela gosta dele daquele jeito mesmo<3 como ela disse "You're my metal man".
essa é pro meu amigo Gui já começar odiando ele e.e detalhe que ele disse isso em 2011 quando a Miley era "pura".



Na verdade, é "você MEIO que representa"
aqui que ele mais lembra os cantores que eu falei

 











 Grace- a coisa mais fofa dessa geração ♡. A mais fofa de todas as gerações é a Cassie, e a primeira palavra que colocam pra Grace falar é "Lovely", odeio essa falta de criatividade dos roteiristas de ficarem reciclando plot e bordão (só não consegue ser pior que os de Glee), mas a Grace realmente é uma fofura. Eu acho o jeito de falar dela parecida com o da Cassie, quando ela disse "Don't be silly", lembrei da Cass dizendo "Don't be stupid". Ela começa como apenas a amiga mais boazinha da Mini. Aí no episódio do Rich que nós descobrimos algumas coisas, assim como no dela. O pai dela é contra o namoro deles e eu acho ele um pai ruim. Assim, eu entendo você ter que proteger seus filhos e tal, mas ele exagera um pouco com a Grace, sem falar que julga o Rich apenas pela aparência né. Bom, a questão é que a Grace vive interpretando papéis, ela é quem cada um precisa que ela seja: a boazinha santinha com os pais, a submissa com a Mini, parece que o Rich é o único com quem ela consegue ser ela mesma, e é muito legal ver ela se soltando com ele. Não que ela seja falsa, ela simplesmente não gosta de magoar as pessoas. Como diz pro Rich, ela é uma história. Talvez o fato de ela amar teatro tenha a ver. Ela entende de moda também, e ainda dança. Tipo, uma menina perfeita <3Ela fica uma metaleira perfeita, e sem falar que ela fica mil vezes mais linda quando solta o cabelo, na 6ª temporada é quando ela tá mais linda.
Grace metaleira. Ela não vira, é só mais um dos papéis dela











 Alo- é o virj dessa geração. Toda geração tem mais de um personagem virgem na verdade, mas tem aquele que a virgindade o atormenta mais e que geralmente demora mais pra perder do que os outros que nem tão ligando muito (injusto né, k) e este é o Alo. O mais irônico é que Alo é o primeiro personagem que mencionam ser bem dotado kkk. Ele é melhor amigo do Rich e várias vezes ele é o culpado do Alo não conseguir nada. Ele mora numa fazenda e é meio esquisito, mas é engraçado e eu gosto dele. E sem falar que ele foi o grande cupido de Rich e Grace então amor eterno a ele *-* Tem gente que diz que ele tenta ser um Chris, mas eu não acho nada a ver, só vejo semelhanças com o Sid mesmo. E gosto dos dois pq tb sou loser, bjs u.u Eu sou a única que não acha ele feio?
essa foto lembra muito o Sid
racho dessa foto kk















Skins e seus personagens precoces kkkk mas dessa vez foi coerente porque existem meninas de 13 anos assim. E ela devia engravidar ou pegar uma doença porque PQP ela disse que nunca usa camisinha '-'
 Liv- a vida loka dessa geração. Sim, pela primeira vez uma menina. E na minha opinião, a personagem mais intensa de todas as temporadas. Porque ela fez uma loucura que nenhum outro teve coragem: ia fugir com uma pessoa que havia acabado de conhecer! E os dois passaram o dia inteiro juntos. Esse é o episódio que eu comentei bem lá em cima, por que tem alguma chance de você fazer isso se tiver juízo? Acho que não. Mas é chapado literalmente também, porque eles ficaram se drogando. E ela tá o tempo inteiro cheirando cocaína. Eu achava ela até legalzinha, mas não gosto mais dela na 6ª temporada, um monte de gente dizendo que ela "só dizia verdades", mas pra mim ela era chata mesmo. Detesto gente que não deixa as pessoas superarem as coisas, que acha que a pessoa tem que ficar sofrendo. Eu não entendo como tem gente que acha o episódio dela o único bom da 6ª temporada ou o melhor (já li até o melhor da série!), eu me irritei e ficava pausando toda hora. Outra coisa que me incomoda na Liv é o quanto ela ficava se humilhando pro Matty, vocês vão ver na foto aí embaixo. Sem falar na hipocrisia de falar que a Franky é vadia. Ela é melhor amiga da Mini e da Grace e na verdade, a amizade delas é bem legal, é muito legal esse momento da foto de baixo haha. A Franky é Crazy Bitch, é que ela só chegou depois. E a Grace não é nem um pouco bitch em nenhum sentido, mas não deixa de ser bonitinho. Engraçado que eu odiava amigas que se chamam dessas coisas, mas eu gostei em Skins e eu mesma ando falando  bitch toda hora, não sei se vocês perceberam q. Muita gente acha ela IGUAL a Jal e vivem fazendo piadinhas tipo "É a Jal... não, pera" mas cara, a Jal é 500 vezes mais bonita '-' de vez em quando elas até são parecidas, mas só um pouco, nunca o suficiente pra se confundir.
dignidade pra quê, né?













 
o episódio que eu falei

 Nick- o namorado da Mini. Ele não tem lá uma grande importância na série, já disse que ele é jogador, era bem besta no começo, mas na 6ª temporada deu uma melhorada. Ele tem um irmão chamado Matty, que eu vou falar sobre ele aqui mesmo porque se ele não teve um episódio só pra si também não vai ter um espaço só pra si aqui no post. Gente, o Matty simplesmente conseguiu ser mais who que o Anwar! O Anwar teve que dividir um episódio com o Maxxie, mas o Matty nem isso. Aliás, na 3ª geração só teve um episódio pra dois personagens juntos, igual na 2ª. Até o Alex, um personagem que só entra na 6ª temporada e não acrescenta nada à história tem um episódio dele e o Matty nada. Eu gostava do Matty no começo, achei ele gato e mais bonito que o irmão, ainda tinha algo de misterioso nele, o Nick disse que ele era um psicopata :O e eu pensei que pela primeira vez estava gostando de um psicopata em Skins (ou de qualquer série), apesar de eu não considerar muito os outros que tiveram como psicopatas. Até shippei ele com a Franky. Mas o ator que faz o Matty é muito ruim '-' e olha que pra eu falar isso é porque é muito mesmo porque eu não sei julgar atuação. Ele não tem expressão. O Matty fica com aquela cara de psicopata em simplesmente todas as cenas, até quando é pra ser fofo ou coisa do tipo. E ele nem sequer era um psicopata de verdade. Aí na 6ª temporada eu comecei a gostar mais do Nick que dele (e achar que ele é que é mais bonito), ainda teve o bônus que o Matty ficou chatíssimo se arrastando pela Franky. E ela tinha terminado com ele e ele continuava chamando ela de namorada e falando como se ainda fossem, ai.
 Trilha Sonora
  A trilha sonora continua muito boa. Logo no primeiro episódio já começou bem, com Fergie, Blondie e Frankie Goes To Hollywood (adorei o trocadilho que fizeram com a Franky kk). A do 2º episódio eu não gostei, porque era o do Rich e eu não gosto de metal, mas pra quem gosta é ótima e no 3º da Mini voltou a ficar diva de novo <3. Aliás, isso foi uma coisa bem legal da trilha da 3ª geração, os episódios tocam músicas que tem a ver com o personagem em questão. Tipo, como a Frank ainda era alternativa tocaram várias músicas desconhecidas e mesmo depois que ela ficou popular tocavam umas músicas meio estranhas, porque ela ainda era estranha k. Tipo Zola Jesus, cantora que eu já conhecia da MTV. E no segundo como era do Rich claro que tocou muito metal. O episódio da Mini tocou muito pop porque é a cara dela, e o episódio do Alo teve muita eletrônica e dubstep. E Bad Girls da M.I.A pra Liv. Eu disse que a 1ª temporada era bem indie, a segunda mais pop (tanto o estilo, quanto de músicas mais populares) e essa eu não saberia dizer o que predominou mais, até porque como eu disse, foi bem eclético. Fiz essa playlist abaixo com as músicas que eu gosto que tocaram na 3ª geração. Eu tive até que me cadastrar nesse site e gastei um tempão montando então POR FAVOR ouçam. É só dar play e deixar minimizado e ir fazendo outras coisas. Eu fiz isso porque acho que ninguém clicava nos links das músicas. Você também pode clicar aqui pra ver a play. Eu coloquei na ordem dos episódios, tentei pôr na ordem das cenas mas em alguns não deu, tem alguns episódios que eu não pus nenhuma música e o único episódio fora de ordem é o último da quinta temporada porque eu tinha esquecido dele.

Skins 3rd generation by Marcelle Marques Flores Acosta on Grooveshark
 Como as antigas gerações, essa também teve partes musicais. Teve o encerramento da  5ª temporada com a banda Dog is Dead cantando Glockenspiel Song, e até os personagens cantando uma parte que virou tipo hino. Alo e Rich tem uma banda chamada Fuck Norris e eles cantaram duas músicas: Filthy Woman e We Are One. E também a cena clássica de Alo e Poppy dançando Hello no Just Dance. Como eu já tinha comentado aqui, a partir da 4ª temporada a música de abertura é remixada e esse remix vai se agravando nas temporadas seguintes, muita gente acha que ficou horrível, mas eu gosto. E sobre os trailers, pra mim o melhor é o 2 porque consegue ser artístico como o 5, ter festa igual o 1º e ainda passar um pouco do que vai acontecer na temporada, ser sem óbvio como o 4 e o 6 que pra mim são os piores. E depois 5>1>3. Tô contando sem o 7. E, ah, o trailer de Skins US também é muito bom, acho que ficaria entre o 1 e o 3.



É isso, gente. Espero que vocês tenham aguentado ler o post todo, rs. Falem qual a geração preferida de vocês, ou vão logo assistir Skins! Beijos.

Review de Álbum: A.K.A. - Jennifer Lopez

 Oi, gente! Essa é uma coluna que eu já estava pensando há um bom tempo, influenciada por umas críticas que meu amigo fez no blog dele. Mas eu não costumo ouvir álbuns que não sejam de artistas que eu gosto muito e faz tempo que eu não ouvia um novo, e os velhos já eram velhos mesmo, então não tinha problema de enrolar mais. Mas esse aqui é lançamento e eu quero falar inclusive porque andam falando bem mal dele pelo flop, e fazendo uns trocadilhos com o nome.
 Bom, a Jennifer é uma das cantoras que eu mais gosto, tá no meu top 10 e isso só por Jenny From The Block e Get Right. Eu gosto de outras músicas dela, mas é que essas pra mim já seriam o suficiente porque eu amo muito. Tanto que eu nunca tinha ouvido um álbum inteiro dela antes desse porque eu realmente não tenho costume de baixar álbum (esse foi o segundo) e essas coisas, mas o Popline postou um player que dava pra ouvir todas as músicas (esse player é perfeito, nem trava!!) aí, eu ouvi. E gostei bastante. Aqui o link pra quem quiser ouvir: http://portalpopline.com.br/jennifer-lopez-disponibiliza-o-album-a-k-a-completo-para-audicao/
 O álbum que eu baixei é a versão Deluxe e japonesa, porque os japoneses tem sorte de nas versões deles sempre tem músicas a mais.
A.K.A. (feat. T.I.) - pontos demais pra um título só kk. Eu gostei bastante dessa, uma das que eu mais gostei. Ela é urban e o refrão é do tipo que gruda, e a letra repete a música inteira, não só o refrão. O T.I. é o rapper mais relevantes no CD pra mim porque alguns nem conhecia antes, mas eu não achei que a parte dele fez muita diferença, eu costumo achar sempre que as músicas ficam melhores sem a parte do rap e eu senti isso no álbum inteiro. Se for single acho que poderia fazer sucesso, mas o flop dela tá tão estranho (o álbum vendeu muito pouco) que não sei não.
First Love - essa é a música amorzinho do álbum. Não por ser minha preferida, porque eu realmente não tenho certeza de qual é a minha preferida, mas por ser muito romântica e fofa mesmo. Foi single e tem clipe, mas infelizmente flopou bonito, chegando a apenas 101 na parada principal dos EUA. Parece que eles não gostam de música romântica mesmo, por exemplo a pior posição da Katy Perry no Hot 100 é de Thinking of You, uma das melhores dela pra mim e bem melhor que Roar que ficou em 1º. Mas First Love não foi muito bem em nenhum país, só na Coréia do Sul (eu não sei se caiu o acento em nome próprio também). Eu fico triste porque acho uma das melhores, e com certeza dos singles que saíram até agora é a melhor. Tipo, como fez menos sucesso que I Luh Ya Papi??? O refrão é lindo e eu adoraria ouvir "Eu gostaria que você fosse meu primeiro amor, porque se você fosse o primeiro, não haveria nenhum segundo, terceiro ou quarto amor" de alguém. O clipe também é bem bonito.
Never Satisfied - outra das poucas músicas solo e, como as outras, é mais lenta. Eu acho bonita, e a letra também é romântica, mas de um lado mais sexual. Não é uma música que se destaca muito.
I Luh Ya Papi (feat. French Montana) - eu não gostei dessa música quando ouvi, mas já ouvi tantas vezes no álbum que acabei gostando. Eu adorei a ideia do clipe, a J.Lo fala no início que tá cansada das mulheres objetificadas e que queria homens objetificados pelo menos uma vez, aí colocou um monte de caras sem camisa pra ficar simplesmente de enfeite, literalmente, até pior do que como são as mulheres nos clipes, porque geralmente elas pelo menos dançam. O problema é que o French Montana tá todo coberto e a J.Lo com pouca roupa como sempre e as pessoas falaram merda. Não entendem que ela se veste assim porque gosta e não tá sendo objetificada, e que ela estava falando das garotas que simplesmente aparecem nos clipes pra sensualizar. Mas achei desnecessária a roupa dele, porque ficou destoando da própria J.Lo e do clima do clipe (que é num barco/iate e ele de casaco '-'), não por ele não estar sendo objetificado. A letra não é lá muito boa, começa muito sexual e aí ela diz que descobriu que ama ele e tal, e o refrão é muito repetitivo. Mas como eu disse, acabei me acostumando a ela, só que ainda não aceito ter feito mais sucesso que First Love e até Papi, do último álbum.
Acting Like That (feat. Iggy Azalea) - Iggy tá em todas ultimamente, e J.Lo também quis fazer uma parceria com ela. A voz dela tá bem diferente do que é em Fancy e Problem, e bem melhor porque eu acho chatinha em Fancy, o problema é pensar no motivo para a voz estar tão diferente, né? Por isso ela ainda não me convenceu. Outra das poucas parcerias famosas no álbum. Gostei bastante da música, mas a letra continua naquela de ser pouca e repetir. O forte do CD não são as letras mesmo, mas não me importo muito com isso. Acho que seria um single legal também.
Emotions - música lenta e linda. A voz da Jennifer Lopez se mostrou bem aqui e a letra é bem grandinha, com só um refrão mesmo kk, e bonita.
So Good - A princípio não parece do tipo que se destaca muito, mas esse refrão é fácil de cantar e eu me vi com essa música na cabeça (na verdade, eu fiquei com quase todas na cabeça, misturando trechos). Fala sobre superação de um amor, "eu ainda sou tão boa sem você".
Let It Be Me - música linda, o ritmo é simplesmente maravilhoso com esse instrumental. Eu nem sei dizer que instrumento é, parece aqueles meio antigos de músicas vitorianas. No começo pensei que tinha um violoncelo/violino, mais pra frente tem uma parte que pareceu harpa. Enfim, se alguém souber, diz aí nos comentários rs. A voz dela e a letra não deixam a desejar para o arranjo. A letra basicamente diz que ela quer que ele deixe ela ser tudo pra ele, que ela faria tudo por ele.
Worry No More (feat. Rick Ross) - outra música que eu gostei muito. Não tenho muito o que falar sobre letra porque achei meio estranho que uma hora ela diz "faça tudo tudo que possa pra fazer eu me sentir protegida" e depois "Só quero que você saiba meu nome, enquanto nós existirmos" tipo, como ele faria tudo, mas não saberia nem o nome dela? 
Booty (feat. Pitbull) - fechando a versão normal com chave de ouro (na minha opinião). Essa música tem tudo pra bombar, essa batida é demais e me dá muita vontade de dançar. Nessa, a letra fraca não faz muita diferença porque não é o foco da música. Eu gosto das parcerias do Pitbull com ela, eu simplesmente nunca gosto das partes dele e tiraria todas kk tipo, o que é aquilo que ele fala no começo de Dance Again? nem dá pra entender '-'. E essa é a menos "farofa" em questão do estilo musical, então alguns até disseram que esse é o featuring deles que deu certo. Já tá na cara que vai ser single porque J.Lo tá performando (ela quase não canta, só dança mesmo, porque a parte dela na letra é bem pequena, e esse talvez seja o único problema) e saiu até teaser do clipe. Esse teaser tá gerando algumas reclamações de gente que acha que ela tá velha pra rebolar assim. Pra mim ela não parece ter a idade que tem, os filhos ainda são muito pequenos (não vão ter vergonha, argumento que alguns usaram) e que eu saiba ela nem tá namorando, então pode fazer o que quiser. (Não que se tivesse ela não pudesse, tá?) Quero muito que essa música passe a tocar em festas porque em letra é funk mesmo, mas o ritmo é bem melhor!
Tens (feat. Jack Mizrahi) - Boa pra dançar. Fala bitch demais, eu gostei do "Clap, bitches, clap, snap, bitches, snap" mas achei muito ruim o "Look at me, look at me, look at me bitch" parecendo coisa de rapper, sei lá. A parte do Jack mistura espanhol e inglês, substituindo o Pitbull rs. Primeira música da versão deluxe, e acho que junto com Booty é a única que podem chamar de farofa. Não gosto desse termo e por mim não usavam nunca, mas enfim.
Troubeaux (feat. Nas) - muito bom o sax, adoro músicas com sax. O refrão é bom e a música fala sobre um cara que ela gosta e vai ser um problema.
Expertease (Ready Set Go) - a sonoridade dessa é bem fofa, bem diferente de tudo que eu já ouvi da J. Lo, e a letra é meio First Love: não tão fofa, mas não tão sexual quanto as outras. A própria First Love já fala um pouco de corpo, e tal. Quando eu vi os parênteses do título pela primeira vez, achei que fosse mais um featuring kk.
Same Girl (feat. French Montana) - Eu não sei o que é pior: só ter Same Girl no deluxe, ou ter essa versão com featuring. Esse foi o primeiro single oficial do álbum, então é muito estranho não ter, e ainda ter nessa versão que nem é a do clipe, e que é bem pior. Além da parte do French não empolgar, ele ainda fica murmurando umas coisas no resto da música '-'. Mas a música em si conseguiu resgatar o passado dela e dizer que ela ainda é a mesma garota, lembra muito Jenny From The Block. O clipe é bonitinho, ela volta pro bairro dela. O único problema é que ela não parece ser a mesma, tem ataques de estrelismo e anda meio antipática, só ver ela com a Claudia Leitte. Me decepcionei um pouco com ela como pessoa. Achei boa pra encerrar o álbum porque resume tudo mesmo.
Charades - música que só tem na versão do Japão. O ritmo é bom e a música fala sobre um cara mentindo pra ela, tentando fazer ela transar com ele. Ela pede que ele não faça o que todos os caras fazem.
Girls (feat. Tyga) - o ritmo é superbom, bem urban. Fala sobre festa, se arrumar e só querer se divertir. Pena que foi desperdiçada, foi single promocional sem quase nenhuma divulgação e portanto não fez sucesso.
 Eu gostei de todas as músicas, mas, como já disse, acho que peca nesse monte de rappers que nem acrescentam muito à maioria das músicas. Se tirasse eles de todas acho que ficariam até melhores. Acho que as críticas negativas foram por isso e também pelas letras. Já os fãs parecem ter gostado muito, muitos acharam o melhor álbum dela, o que eu achei meio estranho, ser melhor do que os álbuns que tem os maiores hits dela e tal, mas como não os ouvi, não posso falar nada.
Trailer do álbum com trechos que podem ser de futuros clipes. Se for isso mesmo, Emotions e Worry No More devem ser singles. São boas, mas eu escolheria outras como single primeiro, as que eu já disse acima. Mas ela já começou pecando nos singles com I Luh Ya Papi que possivelmente seja a pior.
 Desculpem eu não ter muito o que falar, espero que quanto mais reviews eu faça isso melhore. Espero que tenham gostado, bjs

Conheça: Charli XCX

Oi, gente! Finalmente o segundo post de Conheça q. Eu tive que fazer esse porque a Charli tá começando a ficar conhecida, motivo pelo qual eu desisti de fazer o da Lorde.
 XCX significa Kiss, Charli, kiss. O primeiro álbum da Charli é de 2008, mas nem foi lançado fisicamente. Ela foi ficando um pouco conhecida por suas mixtapes, seus EPs e sua participação em I Love It da Icona Pop, e em 2013 veio seu primeiro álbum de verdade, o True Romance. Mas ela foi ficar conhecida mesmo esse ano por causa de sua participação na música Fancy da Iggy Azalea. Eu já tinha ouvido falar bastante nela, mas só fui conhecê-la nessa música, que por sinal foi ela quem me fez gostar. Ela também emendou com uma música na trilha sonora do filme A Culpa é das Estrelas (a fofa compôs especialmente pro filme, e sem nem terem chamado ela, ela que se ofereceu), primeira música solo que eu ouvi dela. O estilo dela é meio eletroindie, meio soft grunge. Soft grunge também no estilo de roupa, clipes, etc. Por sinal, eu adorei o estilo dela. A voz dela lembra a da Gwen Stefani em algumas músicas e eu também acho algumas bem anos 80, já outras são bem esse estilo atual. Enfim, vamos conhecer algumas músicas?

Essa música é fofa demais! Essa foi uma que eu achei bem pop anos 80. O clipe também é bem legal, com essas coisas escritas.

Outra romântica e '80s

Já essa aqui é um lado mais dark dela, tanto a música quanto o clipe. Alguns enquadram ela como "dark pop"
Esse é um dos melhores clipes que eu já vi, sério. Amei os filmes e séries que aparecem, só estraga mesmo é a própria Brooke :c mas a parte dela na música é legal. Esse refrão é muito lindo.

Esse refrão é grudento e o clipe é totalmente Tumblr.
Comentem aí se gostaram dela ou não. Ela tem outros clipes legais e algumas músicas sem clipe que valem a pena também. Bjs

Filmes: The Art of Getting By e The Spectacular Now

 Oi, gente! Hoje eu vou falar de dois filmes porque eu já tava pra postar sobre The Art of Getting By há muito tempo (eu comecei o post antes do de American Horror Story) e ontem eu vi The Spectacular Now e quis postar também, aí como são muitas coisas que eu quero postar resolvi juntar os dois porque os dois são adolescentes, então tem algumas semelhanças.
The Art of Getting By
 O nome em português é ridículo, não tem nada a ver com o filme. "A Arte da Conquista" parece que é sobre um homem conquistador, mas George não tem a menor experiência com relacionamentos. Nem mesmo amigos ele tem. É tão loser quanto eu, menos porque eu não conheci nenhum carinha gato como a Emma Roberts, e mais pelo fato dele não ligar pra escola e estar nem aí pra futuro, sendo um perdedor de verdade. Getting By pode significar muitas coisas, entre elas, passar (de ultrapassar e de passar na escola). E é esse o sentido que ela tem aqui, porque George está prestes a reprovar. Quando criança, George ouviu uma citação "Vivemos sozinhos, morremos sozinhos. Todo resto é ilusão”. Então, ele começou a pensar "Todos morremos sozinhos. Então, por que devo passar a vida trabalhando, suando e me debatendo? Por causa de uma ilusão? Porque não há uma quantidade amigos, nenhuma moça, nenhum trabalho a conjugar o pretérito mais que perfeito ou determinar a raiz quadrada da hipotenusa que me ajudará a evitar o meu destino."A gente sabe que é pra ter uma vida boa enquanto ainda vive, mas ele resolveu simplesmente que tinha coisas melhores a fazer com o seu tempo do que fazer tarefas, e é por isso que está prestes a não se formar. Ele conhece Sally, uma garota popular com quem ele começa a interagir, e finalmente sair de casa. E ele fica na friendzone, e ela brinca um pouco com os sentimentos dele. George está sempre desenhando em vez de estudar, mas ainda assim ele não vai bem em Artes porque ele não sabe o que ele pintar, ele não tem um assunto. O projeto de Artes dele é o que mais dão ênfase no filme, por causa disso. Mostra ele inclusive, ficando amigo de um pintor, indo com ele a exposições, trocando umas ideias. E enquanto ele faz tudo isso, ele continua sem fazer seus trabalhos, então o diretor lhe dá uma última alternativa: ou ele faz todos os trabalhos não feitos ou ele é expulso. E ele tem 3 semanas pra isso.
quem não?
 Eu vi esse filme quando estava na casa da minha vó que tem TV a Cabo e ele começou a passar. Infelizmente eu tive que ir embora, mas tava gostando tanto do filme que baixei no mesmo dia e terminei de ver. E também baixei o primeiro episódio de AHS Coven, e em parte o filme me inspirou, porque eu já amava a Emma, mas o filme deixou esse amor mais fresco. Bom, eu amei ver a Emma Roberts e o Freddie Highmore juntos, e ainda a Alicia Silverstone, foi tipo uma reunião de clássicos da minha infância. Queria que a Alicia fizesse mais filmes como protagonista :( mas esse papel dela já foi alguma coisa. Eu adoro filmes adolescentes, então não é surpresa eu ter gostado desse, se você não gosta, eu não sei se iria gostar. Eu achei os dois lindinhos juntos (eles são lindos, então era difícil não ser, né) diferente de alguns que não viram química (eu acho química uma palavra esquisita, um casal pode ter química pra um e pra outro não, não é nada exato). E eu penso um pouco como o George, só não tão fatalista assim, porque apesar de eu saber que vou morrer, eu me importo com a minha vida. mas também tenho um grande problema com motivação. Além disso, eu achei diferente ele ser um artista, nos milhares de filmes adolescentes que eu vi, personagens assim são poucos, pelo menos do jeito dele. Tem aqueles que desenham tipo quadrinhos e tal. Esse filme foi a minha ponte entre os papéis infantis do Freddie e Bates Motel. Eu não vejo Bates Motel, mas digo isso porque aqui ele tá mais velho, mas não com cara de adulto como em Bates. Eu juro que eu não acreditava que era ele, e mesmo com esse filme, eu continuo surpresa, porque não acho que passou tanto tempo pra ele amadurece tanto. Lembrei da piadinha tosca: tem Norma Bates, Norman Bates, então a Emma seria Normal Bates (por causa de Normal Demais q). A trilha sonora é bem legal pra quem gosta de indie (pra quem quiser ouvir um trechinho), mas mesmo eu gostando, eu gostei mais das músicas que tocam numa boate porque são mais animadas q O nome delas: (já que elas não aparecem na trilha original, apesar de aparecerem nos créditos) The Starlight Mints - Black Champagne (antes), Delphic - This Momentary, Infernal Devices - Fast Enough e KU - Dance (que não se acha pra baixar, e nem mesmo compelta, de jeito nenhum =/). O filme tem aquelas músicas originais da trilha mesmo, que tem até o nome dos personagens, tipo Sally Theme. E ainda por cima o filme se passa em Nova York<3. Eu adorei o filme, e só tirei uma estrela por causa do final, que não foi tão bom assim. E não leiam a sinopse, pra variar ela tem uma informação desnecessária, tanto que eu escrevi tudo isso sem precisar falar aquilo.
The Spectacular Now
2ª edição do livro
 Diferente de The Art of Getting By, produzido pelo Fox (Fox ama a Emma q), esse aqui é meio independente. Por isso, eu não tinha ouvido falar nele até ir na página da Shailene Woodley no Filmow e ver alguns falando que era um dos melhores trabalhos dela, e depois ver o mesmo na página do Miles Teller. Eu li a sinopse e achei muito a minha cara porque né, já disse, eu amo filmes adolescentes. Então eu fiquei com vontade de ver. Eu gosto da Shailene por causa da série A Vida Secreta de uma Adolescente Americana, único trabalho que já tinha visto dela, e eu conheci o Miles em Namoro ou Liberdade? mas eu percebi que os dois eram muito mais reconhecidos pelos seus trabalhos nesse filme. O ponto final pra eu querer assistir o filme foi ler que o Miles tinha feito teste pra fazer o Quatro de Divergente e não passou, mas aí os produtores assistiram esse filme e gostaram tanto da atuação dele que chamaram ele pra fazer outro papel (e é por isso que em Divergente, o irmão e o inimigo da Tris já pegaram ela :c) Aí quando eu já tinha aberto a janela do filme, eu olho embaixo e diz que é dos mesmos roteiristas de (500) Dias Com Ela! Que é um dos meus filmes preferidos, então já soube que seria coisa boa. E não me decepcionei.
 A história do filme é o Sutter escrevendo o e-mail de admissão pra faculdade. Mas, como assim um filme inteiro sobre isso? Bom, é porque era uma resposta pessoal e ele muda essa resposta, então ele volta todo o passado dele pensando nela. Ele adora festas e bebida e não tem responsabilidade. Ele tinha uma namorada que junto com ele era "a alma da festa", então depois que eles terminaram, ele tomou um porre, e acabou no quintal de uma casa, sendo acordado por uma garota, a Aimee. Ele não conhecia ela (porque parece que nos EUA todo mundo é invisível '-') e ela não faz o tipo dele, mas ele fica meio que com pena dela porque a mãe faz ela trabalhar "por ela" e nem dá dinheiro pra ela direito, então Sutter resolve salvá-la, fazer ela começar a se impor. Mas, é meio óbvio que não vai ficar só nisso né, e eles acabam namorando. Aimee descobre que não é a única que tem que enfrentar sua mãe, pois a mãe de Sutter não diz onde o pai dele está, então ela faz ele enfrentá-la pra que ela enfrente a dela. E o Sutter acaba descobrindo onde o pai mora, e é aí que começam os problemas.
 Ah, gente, posso reclamar da sinopse de novo? Dessa vez não é nem por spoiler, apesar de que  você acaba vendo isso no filme e não precisaria estar na sinopse, na minha opinião, mas porque o jeito que ele resume o filme é muito genérico, e The Spectacular Now não é assim. A Aimee não é um "desastre social", ela é sim inteligente e só tem uma amiga, mas ela não sofre bullying ou outros tipos de clichês, assim como o Sutter é um popular que não é esportista e não zoa as pessoas que não são populares, e nem mesmo tem vergonha da Aimee. E essa falta de clichês é uma das coisas mais legais do filme, mesmo que eu ame clichês. Porque é fácil você se identificar com um deles, e Sutter é supergostável diferente da maioria desses populares nojentos. E Aimee não usa óculos nem é a pessoa mais inteligente do mundo, apenas uma garota que adora ficção científica (E QUANTAS GAROTAS NESSES FILMES ADORAM FICÇÃO CIENTÍFICA?). Aimee não sofre uma transformação física também, só por dentro. Assim como Sutter. Eles são personagens bem críveis, apesar de alguns clichês. 
sobre estereótipos
  Esse filme é lindo, eu tô sinceramente apaixonada pelos roteiristas depois de dois filmes com diálogos tão bons, com coisas tão reais. E eles que são os roteiristas de A Culpa é das Estrelas e serão da adaptação de Como Eu Era Antes de Você. Eles amam romance mesmo. E eu também gostei da Shai e do Miles. O The Art of Getting by é mais romance, e The Spectacular Now é mais drama, e bem emocionante. Os dois são meio reflexivos, mas eu acho que o The Spectacular Now foge mais dos clichês, inclusive no final, que eu fiquei em dúvida se dava 4 ou 5 estrelas por causa dele, mas acabei achando melhor que o de Homework (outro título que o filme tem nos Estados Unidos, o que é estranho porque o filme é de lá mesmo) e que fez sentido e tem uma explicação bem legal. Enquanto o The Art of Getting By eu achei fofo, o The Spectacular Now eu achei lindo. Mas ambos são ótimos. Pra mim né, alguns não gostariam de nenhum dos dois, e acho que pra quem não gosta tanto de filme adolescente, pode ser que goste só de The Spectacular Now, porque é mais complexo mesmo, digamos assim. O George e o Sutter têm em comum isso de não ter responsabilidade, e não pensar muito no futuro. Eu descobri que esse filme tem um livro e simplesmente amei a capa da segunda edição, é a melhor, tem tudo a ver. Eu quero muito lê-lo, mas infelizmente não tem no Brasil. O título não teve tradução pro português, mas siginifica "o espetacular agora", e esse é o título porque o filme fala muito sobre o agora, afinal Sutter vive nele. 

A trilha sonora desse filme também é boa, e minha preferida é essa.
 Se já assistiram alguns desses filmes, ou vão assistir, comentem. Beijos!
ATUALIZAÇÃO 03/05: A Editora Record irá lançar o livro de The Spectacular Now, que traduziram como O Maravilhoso Agora.